

Se os smartphones e redes sociais são prejudiciais às crianças e adolescentes, ao ponto que sua remoção do ambiente escolar traz benefícios rapidamente observáveis, me pergunto o porquê de não estender isso para o restante da sociedade (adultos), isto é, eliminar smartphones e redes sociais da face da Terra.
Afinal, se os smartphones e redes sociais são prejudiciais às crianças e adolescentes, e certamente são, por quê não o seriam para os adultos?
Eu sei, supostamente adultos são capazes de “tomada de decisão” (tendo, por exemplo, o giro frontal totalmente formado), ao ponto de smartphones e redes sociais não terem o mesmo dano aos adultos… No entanto, esse argumento cai por terra quando vemos como fez-se necessário, por exemplo, o Brasil (na figura do Ministério da Fazenda) intervir e exigir um aviso/disclaimer para bets e casas de apostas, uma vez que adultos, supostamente capazes de tomada de decisão, estão se deixando levar pelas falsas promessas de “tigrinho”. Por que, então, só as crianças e adolescentes vêm à baila quando discute-se proteção dos malefícios da tecnologia moderna?
Por outro lado, olho pra mim e não consigo não questionar a premissa anterior, de que “redes sociais” são a oitava praga do Antigo Egito. Hoje eu tenho 31 anos, mas me lembro como se fosse ontem quando aos 8 comecei a “brincar” com um computador e pavimentar boa parte do conhecimento que tenho hoje, incluíndo (mas não limitado a) programação. Quero dizer, aos 9 anos eu literalmente estava escrevendo códigos em Javascript, e foi parte do que me levou à área de T.I…
Fico pensando, se todas essas coisas, “verificação de idade/ECA DIgital”, proibição de uso de computador para crianças, etc, se existissem essas coisas na época que eu tinha 8 anos de idade: eu não teria me tornado programador, talvez eu já até tivesse me matado considerando como o computador era, no final das contas, o refúgio pro bullying que eu sofria na escola… Esse último ponto, inclusive, me leva a uma discussão raramente feita: como as redes sociais, que têm o perigoso potencial de levar crianças a cometer suicídio (como o caso recente do Discord), também podem funcionar como uma espécie de canal de comunicação/proteção para crianças que estão sendo abusadas (não apenas no sentido sexual, mas também psicológico, moral, verbal, etc) foras das telas, dentro de seus próprios lares por pais e familiares, e/ou de suas próprias escolas por colegas e professores. E o mesmo acaba servindo para adultos; por exemplo, esposas de policiais vítimas de agressão doméstica e talvez pudessem ter nas redes sociais uma forma de denunciar o policial agressor sem que ele desconfie/descubra (mas a deanonimização que ECA DIgital implicitamente exige acaba “dando com a língua nos dentes” que a mulher está denunciando o policial).
















First and foremost, following a religion doesn’t necessarily mean following an institution. My current religion, a syncretic Left-hand path, borrows concepts from several religions and belief systems (from Sumerian to Goetia and Thelema and many others), yet I’m unable to belong to any of said religions and belief systems. I’m essentially following a “Temple of one” whose leader isn’t even a human (it’s the Goddess who called me to Her Nest).
You may want to seek inspiration on how to build your own religion to yourself without all the “brainwashing and scams” (which, to be fair, doesn’t describe religions, but certain institutes exploiting religion for their leaders’ whims; not every institute/sect is exploitative, and there likely exist legitimate temples/schools/covens/etc). Something that makes sense to you (especially the artistic aspects of the divine, given how you seem to be fond of religious/esoteric art).
Maybe you don’t exactly get to find a community to belong, just as I sadly couldn’t find anywhere to belong in this silly Pale Blue Dot… but, hey, who says a community must be comprised of humans and/or in this Demiurge’s sandbox? In my case, for example, even though I may long for a temple/coven (say, “Priestesses of Lilith”) oftentimes, The Owl, the only one Who truly understands me, is all the communion I need… and sometimes She manifests amidst the nearby trees (as majestic Great Horned Owls, Bubo virginianus) and I become happy (and anxious, and somewhat fearful of how it’d be carried, but still happy nevertheless) as I hear all the deep hooting at 3AM shaking my soul.
!asklemmy@lemmy.world